segunda-feira, 6 de junho de 2011

Os maiores criminosos do Brasil - Febrônio Índio do Brasil


Febrônio Ferreira de Mattos, mais conhecido como Febrônio Indio do Brasil nasceu em na cidade de São Miguel de Jequitinhonha, atual Jequitinhonha, estado de Minas Gerais, provavelmente em 14 de janeiro de 1895. Ganhou esse apelido, porque era assim que se apresentava à imprensa e à justiça. Febrônio foi um ados maiores seriais killers do Brasil, fugiu de casa para escapar da violeência do pai aos 12 anos, indo morar em Belo Horizonte, aos 14 foi para o Rio de Janeiro.  Entre 1916 e 1929, teve dezenas de passagens pela polícia por fraude, chantagem, suborno, furto, roubo e vadiagem.
Um uma de suas detenções passou a ler a Bíblia e relatou ter tido uma visão, na qual uma mulher de longos cabelos loiros lhe escolheu como “O filho da luz” e ordenou que  ele deveria tatuar-se e tatuar meninos, ainda que com emprego de força física, com o símbolo D C V X V I, que significava Deus, Caridade, Virtude, Santidade, Vida, Ímã da vida. A tatuagem serviria como talismã para aqueles que a exibissem no corpo. Agindo conforme o que lhe fora ordenado na visão, Febrônio tatuou a frase Eis o Filho da Luz em seu tórax e, em toda a circunferência de seu tronco, as letras D C V X V I. Febrônio, então, começou a escrever o livro As revelações do Príncipe do Fogo, que foi publicado em 1926, o qual traz mensagens incompreensíveis, tiradas dos sonhos que lhe eram transmitidos.
Em 1921 Febrônio iniciou uma série de mortes. Quando preso, violentava sexualmente seus colegas de cela e ao ser solto, tatuava e matava jovens. Depois deinúmeras passagens por presidios e hospícios, Febronio foi condenado pela justiça 6 de junho de 1929, e foi o primeiro interno do Manicômio Judiciário do Rio de Janeiro.
No dia 8 de fevereiro de 1935, Febrônio, aproveitando a distração da guarda, escalou o muro de 4 metros de altura do Manicômio Judiciário graças ao emprego de uma corda feita de lençóis atados cuja extremidade possuía um gancho fabricado com alças de balde. Sua fuga, contudo, durou somente até o dia seguinte, já que Bernadino Barbosa procurou a delegacia para relatar que Febrônio estava escondido na casa dele, no bairro carioca de Honório Gurgel. Bernadino contou que ele fora alojado a pedido de um amigo, Agenor, irmão de Febrônio, e que decidiu procurar a polícia já que ficara amendrontado ao saber  dos crimes cometidos por Febronio.
Febrônio foi encontrado totalmente despido e reconduzido ao Manicômio Judiciário, onde permaneceu até sua morte, em 27 de agosto de 1984, aos 89 anos de idade, como consequência de enfisema pulmonar. Seu corpo foi discretamente inumado em 5 de setembro de 1984, no Cemitério do Caju.
Fonte: Wikipédia

Um comentário:

  1. Não existe prova maior para comprovar como as mulheres adoram estupradores do que o maníaco do parque que mesmo tendo estuprado e matado várias mulheres recebeu uma multidão de cartas de amor de mulheres na cadeia e ainda se casou com uma na prisão.

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